(Arte de Antarik Fox)
Torretas
rotativas se elevam do prédio da Ponte de Comando. Detectando o Wénzi no ar,
eles se se giram e atiram contra ele.
Lembrando-se que
ele ainda tinha os mísseis utilizados em Shangai, ele diz:
- Navcom, ativar
os mísseis teleguiados!
- Mísseis
ativados, Yang.
Então figuras
geométricas aparecem no para-brisa do Wénzi; os alvos foram identificados e
travados. Yang aperta o gatilho e uma dezena de mísseis são lançados, voando
contra as torretas e destruindo uma a uma.
Há mais torretas
pelo caminho. O piloto atira e as pulveriza com os mísseis, formando um nuvem
estática de detrito e fumaça em gravidade zero.
Passando pelos
espaços adjacentes, Yang avista a área de pouso; ela estava protegida por uma
barreira Kinect. Ele pousa facilmente o Wénzi e taikonautas vêm ao seu
encontro. Eles acoplando um tanque de oxigênio em seu traje e o conduzem
rapidamente para dentro do prédio; ainda havia uma invasão lá fora.
Em uma
antecâmara, a gravidade é restabelecida e Yang sente seu corpo pesar. As portas
selantes se abrem e eles adentram o local. Um grupo de soldados com fardas esverdeadas
o aguarda. No meio deles, um homem mais velho, com um belo uniforme militar
branco o aguarda também.
Batendo
continência, o homem de branco diz:
- Olá, Piloto
Haisheng. Eu sou o Almirante Yaping. Prazer em conhece-lo.
O almirante lhe
estende a mão e Yang o cumprimenta.
- Olá, Almirante!
O prazer é todo meu.
- Sua missão
ainda está em andamento, não? Creio que não trará boas notícias para o Alto
Comando.
Yang ia responde-lo
quando sente o tremor de uma explosão.
O piloto diz:
- Almirante, nós
temos que repelir essa invasão. Estamos com o presidente na frota do Alto Comando.
A China está sendo tomada. Achávamos que Tiangong era seguro para o presidente
vir.
Com um sorriso de
desgosto, o almirante pergunta:
- Achavam...?
Dando um sinal
aos soldados, ele pede que Yang o acompanhe.
- Antes de eu lhe
reportar a situação atual, deixe-me ser um bom anfitrião. – pede ele – Vou lhe
mostrar algumas curiosidades sobre a minha estação.
Com passos
apressados, o almirante o leva por salas e corredores. Yang vê escritórios,
salas de servidores e de comunicações; todas as paredes eram brancas e haviam
decorações com a bandeira da China. De fato, aquele era o prédio administrativo
de Tiangong.
Avançando, eles
entram em outra ala e a aparência muda drasticamente.
Yang vê laboratórios
com monitores, radares e protótipos de armamentos. As paredes eram escuras e
haviam números pintados no alto, indicando os compartimentos. Yang vê soldados
treinando e pensa estar perto dos alojamentos militares.
Uma porta dupla
se desliza lateralmente. O piloto se vê em um vasto salão com uma espécie de
monumento em seu centro. Ele se aproxima e reconhece o icônico módulo do
Tiangong-1, lançado ao espaço em 28 de setembro de 2011.
- Reconhece este componente?
Boquiaberto, Yang
responde:
- É claro que
sim...
- Lançado em
2011, ele foi projetado para ser tirado de órbita em 2013, mas permaneceu até 2
de abril de 2018. – revela ele – Em 11 de junho de 2013, houve a segunda
expedição ao espaço; a China lança sua famosa espaçonave, o Shenzhou 10. –
olhando para Yang, ele pergunta – Qual é o número de sua Shenzhou, tenente?
Lembrando-se, ele
responde:
- É 800, senhor.
Todos se espantam.
- Como o tempo
passa, não? – pergunta ele, ao ver a semelhante reação de todos.
Andando ao redor,
ele lhe aponta um módulo.
- Esta é a
espaçonave Shenzhou 10, a mesma que pousou em Tiangong-1 em 2011.
Yang a observa e
vê muita semelhança entre o primeiro componente de Tiangong e a espaçonave da
segunda expedição.
O almirante
continua:
- Na tripulação
do Shenzhou 10 incluía a segunda taikonauta mulher enviada ao espaço. Wang
Yaping, uma assistente de laboratório, era o seu nome. Yaping era piloto da Força
Aérea e subiu de patente até se tornar capitã. Mais tarde, ela se tornaria a
segunda mulher chinesa a ir ao espaço, a primeira sendo Liu Yang. Entretanto,
Wang foi a primeira taikonauta mulher a realizar o spacewalk[1].
O piloto vê fotos
de taikonautas nos primeiros módulos do Tiangong.
- Fascinante...
Olhando para
Yang, o almirante revela:
- Eu sou
descendente direto da taikonauta Wang Yaping; ela é minha ancestral.
Yang arregala os
olhos. Isso explica o mesmo nome.
Chamando-o até
uma janela, o almirante lhe indica algo.
- Está vendo
aquele cilindro?
O piloto vê uma
estrutura circular no centro de toda a circunferência colossal de Tiangong. Em
sua extremidade ele vê um compartimento maior, com acesso permitido apenas aos
militares.
- Sim, senhor.
- Aquele é o
canhão Yu Huang Shang-ti, ou o “Imperador de Jade” para o Ocidente.
Yang se espanta.
O lendário canhão tem o comprimento de toda a estação Tiangong. O cilindro que
ele vê é o cano da gigantesca arma, e o compartimento na extremidade o reator
onde o disparo se carrega, como se fossem o cano e o tambor de um revólver.
- É
inacreditável...!
- Por uma questão
de segurança nacional, a contraespionagem chinesa ocultou a localização do Yu
Huang e espalhou falsas evidências de que ele foi desmontado e enviado a
diferentes lugares do Sistema Solar. Mas isso não é verdade. Ele está bem aqui,
compondo o centro de toda a estrutura que sustenta Tiangong.
O piloto entende.
O governo da China escondeu sua mais poderosa arma do resto do mundo, mas ela
continuava bem ali, debaixo do nariz de todos.
- A carga laser é
gerada na extremidade. Os fótons são gerados quimicamente. É um raio químico.
Yang admira o
brilhante trabalho da engenharia militar.
- Yu Huang está
operacional? – pergunta ele.
Yaping muda de
semblante.
- Sim. –
lamenta-se ele – E o inimigo está tentando ativá-lo. – o almirante informa – O
inimigo destruiu nossas antenas e satélites, cortando nossas comunicações e nos
isolando da Terra. Mas nem toda comunicação foi perdida.
Eles deixam o
salão com as relíquias espaciais. Subindo as escadas, eles se dirigem para a
Ponte de Comando. Yang vê monitores e radares; seus operadores trabalham
arduamente para restabelecer a comunicação com a Terra. Yaping lhe indica uma
sala escura e o piloto vê uma mesa iluminada no meio.
Apertando alguns
botões, o almirante liga a mesa e hologramas aparecem. Yang reconhece a Terra,
Tiangong e todo o Sistema Solar.
- Do espaço,
nossos radares detectaram esses enxames em todo o Sistema Solar. Aparentemente
a invasão ocorre em diversas colônias e planetas. – diz ele enquanto os
hologramas se aumentam e se diminuem.
- Isso é
terrível...! – lamenta-se Yang, sentindo a esperança se desfalecer.
- O único local
seguro agora é a colônia próxima de Mercúrio. Aparentemente os alienígenas não
se interessaram em ataca-la.
O holograma se
aproxima e Yang vê uma pequena colônia de 2 mil habitantes. Lá eles trabalham
com pesquisa científica e fontes de energia a base de raios solares.
O almirante
continua:
- Eu tenho algo
que talvez o interesse. Nossos cientistas estavam desenvolvendo uma nova arma,
um mini raio Yu Huang capaz de ser acoplado em espaçonaves. A tecnologia está
mantida no setor de Pesquisa e Desenvolvimento, mas seu acesso foi selado pelo
sistema de segurança. É também nesse laboratório que se encontra o painel de
controle dos sistemas de segurança de Tiangong. Se ele for desligado, nossas
torretas param de atacar a frota chinesa.
- Mas o sistema
de segurança foi corrompido. Os alienígenas nos atacaram com guerra
cibernética.
- Exato. – afirma
ele – Mas ainda há um jeito de acessá-lo.
Os hologramas na
mesa se apagam e outros surgem em seu lugar. Yang reconhece o cilindro do
canhão Yu Huang e o reator em sua extremidade. Ele enxerga centenas de torretas
em seu entorno. Aproximar-se significa suicídio.
- O reator foi selado
por portas ultra resistentes, uma medida de segurança para prevenir invasão e
roubo de tecnologia. Apenas por dentro do cilindro pode-se chegar ao setor e abrir
as portas.
Yang se espanta.
- Está dizendo
que devemos avançar por dentro de um canhão ativo?!
Com um sorriso
enigmático, o almirante responde:
- Não, Piloto
Haisheng. Nós não. Apenas você.
§
Meia hora depois,
Yang está de volta na cabine do Shenzhou Wénzi. Ele se alimenta com barras de
chocolate e comida de taikonauta. Então o comunicador diz:
“Piloto Haisheng,
não se preocupe com sua missão. Nossos operadores conseguiram contatar o Alto
Comando e já informamos a situação. E quanto ao Wénzi, nós deixamos um
presente”.
- Presente...?
“Nossos
engenheiros substituíram os mísseis teleguiados de seu arsenal. Agora o Wénzi
está equipado com os Mísseis Macro”.
Checando o
painel, Yang seleciona o novo armamento. Ele sente o robusto míssil se deslocar
debaixo da fuselagem.
“Os Mísseis Macro
são poderosos e causam uma grande onda de devastação. Eles foram projetados
para serem usados no espaço. Mas você deve usá-los com cuidado. Fique longe de
sua área de explosão, senão a onda de choque poderá danificar sua nave”.
- Entendido.
“Você deve partir
agora. Nós, da Estação Espacial Tiangong, estamos contando com você. Boa
sorte”.
Fechando o visor
de seu capacete, ele responde:
- Obrigado,
Almirante Yaping.
Em seguida Yang
levanta voo e deixa a Ponte de Comando.
No para-brisa do
Wénzi aparecem as coordenadas. A entrada do canhão Yu Huang está na outra
extremidade de seu comprimento, como esperado. Sem perder tempo, ele se
posiciona e ativa a velocidade máxima, dirigindo-se ao seu objetivo.
Os enxames continuam
destruindo Tiangong. Yang vê corpos flutuando livremente entre os detritos da
estação. Virando o rosto, ele controla a dor. Nada podia ser feito pelos
sobreviventes agora.
O piloto chega à
extremidade do canhão. Ele vê uma circunferência aberta e a escuridão adentro.
Destruindo algumas torretas, Yang manobra e entra no extenso túnel. Uma
sensação incômoda o perturba; ele se sente entrando no cano de um revólver, mas
o revólver era um milhão de vezes maior que o seu tamanho normal.
Ligando os
faróis, Yang enxerga o interior do túnel. Ele se lembra da rota de fuga de
Pequim; um trajeto longo e escuro, mas com a diferença de que em Tiangong ele
estava em gravidade zero.
Após alguns
metros, Yang vê uma luz no fim do túnel. Ele se confunde.
“Piloto Haisheng!
Responda-me! Por favor, responda-me!”.
Era Yaping.
Preocupado, ele responde:
- Almirante, eu
estou aqui! O que foi?
“O hackeamento
alienígena conseguiu ativar o canhão! Saia já daí!”.
Yang sente seu
sangue gelar.
Aquela luz se
aproxima e passa por ele. Movendo os manches, ele se esquiva por um triz.
- Escudos a 78%.
– informa Navcom.
Yang se atordoa.
A luz amarela era rápida e emitia um calor altíssimo. Era como se fosse um mini
sol ferindo-o com seu clarão.
Novamente a luz
aparece e passa por ele. Yang se desvia a tempo, mas a manobra rápida e o calor
o atordoam.
“Piloto Haisheng!
Você está bem?”.
- Sim, almirante!
Mas o inimigo está disparando raios!
“Não é exatamente
o inimigo, é o sistema de segurança corrompido! O inimigo conseguiu ativar o
canhão, mas com pouca potência! Você deve alcançar o gerador na outra
extremidade e desliga-lo imediatamente, senão os alienígenas terão o Yu Huang
100% carregado e pronto para atacar a Terra!”.
O piloto se
assombra. Se aquilo acontecesse, a humanidade estaria à beira da extinção.
- Entendido,
senhor! Não permitirei que isso aconteça! Câmbio e desligo”.
Yang avança pelo
túnel. Mais raios avançam contra ele, mas não são capazes de abatê-lo. O Wénzi
era ágil demais.
O túnel
finalmente termina e revela a outra extremidade do canhão. O piloto se vê em um
amplo salão iluminado por um enorme reator de energia. Placas de aço se movem
ao redor do reator, e haviam quatro gigantescos capacitores próximos. A luz
emitida pelo núcleo dançava nas paredes, obstruídas pelas placas de aço que
projetavam sinistras sombras no ambiente.
Yang não vê
enxames em lugar algum; o vírus alienígena fez o estrago à distância. Yu Huang
estava fora de controle. A luz do reator era intensa, mas instável, e as placas
ao redor se moviam freneticamente. Mesmo os capacitores pareciam perigosamente
sobrecarregados.
Os sistemas de
segurança detectam o Wénzi. Semelhante a uma descarga elétrica, os capacitores
disparam um raio contra ele. O piloto mal teve tempo de se desviar novamente;
os raios eram rápidos demais.
- Escudo a 67%.
O mero calor
estava afetando sua nave. Yang precisava agir.
“Piloto Haisheng!
Você deve atirar no núcleo do reator! Elimine a fonte de energia antes que o
inimigo consiga torna-lo operacional!”.
O piloto
seleciona o laser Estrela da Manhã e atira. Para o seu horror, o laser não
estava fazendo dano algum. Ao contrário, ele era bloqueado pelas placas de aço,
ricocheteando pelas paredes e retornando perigosamente contra o Wénzi.
Yang tenta
novamente.
Selecionando as
metralhadoras Vulcan, ele aperta o gatilho. Aqueles projéteis só eram eficazes
contra os enxames, mas contra sólidas placas de aço eram inúteis.
Mais uma descarga
dos capacitores. Desta vez Wénzi é atingido em cheio. A nave treme. O tranco é
tão forte que Yang pensa que vai desmaiar.
- Escudos a 36%.
Mais um tiro desse e a nave não vai resistir, senhor.
O piloto retoma o
controle, ele precisava se acautelar.
Yang voa ao redor
do reator. As defesas eram rígidas demais. Com o movimento das placas, atingir
o núcleo seria um golpe de sorte, algo quase impossível. Aproximar-se também
não era viável, a temperatura era muito alta e ele desmaiaria.
Enquanto ele
pensa, raios eram constantemente disparados. Os sistemas de segurança estavam
enlouquecidos. Os raios tentavam obsessivamente eliminá-lo como se ele fosse um
inimigo.
Enquanto ele voa
esquivando-se dos raios, ele percebe algo. Os capacitores parecem ter um
momento de resfriamento. Eles atiravam seus raios, e depois ficavam alguns
segundos para se resfriar.
- Ele tem resfriamento...!
– constata Yang.
Ao resfriar-se,
uma capa de proteção se abaixo dos capacitores, expelindo o calor. É então que
Yang vê sua chance.
Ainda com as
metralhadoras Vulcan, ele espera o momento certo e então atira. Os componentes
internos são despedaçados e o capacitor se explode, desligando-se do núcleo. O reator
estava enfraquecido.
Partindo para o
próximo capacitor, ele repete o processo. Logo ele é abatido.
No terceiro, Yang
tem que se precaver. Seus escudos estão baixos e a temperatura está muito alta.
Lutando para não perde a consciência, ele ignora a tontura e se esquiva dos
raios. Todo cuidado era pouco. E então o capacitor é destruído.
No quarto
capacitor, ele não tem dificuldade. O mal funcionamento dos componentes
deixaram o reator instável. A capa de proteção subia e descia desordenadamente.
E assim o capacitor é facilmente abatido.
Sobrara apenas o
núcleo do reator.
As placas de aço
ainda se moviam e o protegiam, mas demonstravam defeito. Atirando com o Vulcan,
ele atinge o núcleo. Para o seu espanto, nada acontece. Os tiros da
metralhadora eram fracos demais.
E então a voz do
almirante diz:
“Os Mísseis
Macro! Use os Mísseis Macro!”.
- É claro! – lembra-se
ele.
Selecionando o
armamento, Navcom intervém.
- Yang, nós
estamos muito perto do alvo. O salão é pequeno e a onda de choque pode nos
destruir.
- Não temos outra
escolha, Navcom! Se não usarmos o Macro, os enxames usarão o Yu Huang!
Esperando o
movimento das placas, Yang aperta os gatilhos e atira.
O Wénzi treme.
Todo o arsenal é liberado, disparando todos os mísseis no espaço.
Yang observa
atônito seis robustos mísseis avançando. Ao atingirem o núcleo, uma explosão
estranha se forma. Multiplicando-se de tamanho, a explosão duplica-se,
triplica-se, quadruplica-se... De uma forma inacreditável diante de seus olhos.
O tempo parece se
desacelerar.
- Ativando escudo
de emergência! – exclama Navcom.
Mas o alerta de
Navcom soou como em câmera lenta para Yang. Ele apenas se lembra de ver uma
proteção metálica tapar o para-brisa do Wénzi e de tudo ficar de repente escuro.
A visão é tampada;
o Wénzi gira abruptamente no ar. Yang se sente dentro de um reles barril enquanto
ele cai das cataratas do Niágara.
E então ele
desmaia.
§
Minutos depois,
Yang acorda.
Ele olha ao redor
e vê o interior do Wénzi. A cabine estava toda escura, com exceção dos botões
do painel e de algumas faíscas. O visor ainda estava tampado. Letras e números
aleatórios apareciam no para-brisa, evidenciando a pane elétrica.
Sua audição
retorna lentamente. Uma voz desesperada gritava o seu nome.
“Yang,
responda-me!”.
Ele aperta um
botão no painel e a proteção metálica se retrai. O piloto se assusta ao ver
três espaçonaves paradas diante dele. Seus olhos se ofuscam com os faróis.
“Yang,
responda-me, por favor!”.
Atordoado, ele
diz:
- Almirante
Yaping...?
“Yang! Você está
vivo!
Olhando ao redor,
ele vê o Shenzhou Wénzi enrijecido, todo protegido por camadas extras de aço
como um tatu.
- O que
aconteceu?
“Você
conseguiu!”, informa ele. “O núcleo do reator foi desativado!”.
- Eu o destruí?
“Não. Você apenas
o desativou. O núcleo foi projetado para nunca ser totalmente desativado. Se
destruído, a Inteligência Artificial irá regenerá-lo sozinho. Ele deve se
manter ativo, pela segurança nacional”.
O
piloto assente.
Portões de
manutenção foram abertos. As espaçonaves de Yaping conectam cabos e conduzem o
Wénzi para dentro; ele está muito avariado após a explosão.
Mais tarde, Yang
se encontra nas instalações do núcleo do reator. As portas, outrora seladas,
foram abertas finalmente. Os cientistas liberaram o acesso e retomaram o
controle das instalações. Avançando, eles retomam o laboratório onde o mini
canhão Yu Huang se encontra.
Do laboratório,
os cientistas acessam o painel de controle. Ali eles conseguem combater o vírus
alienígena e destruí-lo com seus avançados firewalls.
E desta maneira os
sistemas de segurança deixam de ser hostis.

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