sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Shenzhou Wénzi - 10 - O Imperador de Jade


(Arte de Antarik Fox)

 

Torretas rotativas se elevam do prédio da Ponte de Comando. Detectando o Wénzi no ar, eles se se giram e atiram contra ele.

Lembrando-se que ele ainda tinha os mísseis utilizados em Shangai, ele diz:

- Navcom, ativar os mísseis teleguiados!

- Mísseis ativados, Yang.

Então figuras geométricas aparecem no para-brisa do Wénzi; os alvos foram identificados e travados. Yang aperta o gatilho e uma dezena de mísseis são lançados, voando contra as torretas e destruindo uma a uma.

Há mais torretas pelo caminho. O piloto atira e as pulveriza com os mísseis, formando um nuvem estática de detrito e fumaça em gravidade zero.

Passando pelos espaços adjacentes, Yang avista a área de pouso; ela estava protegida por uma barreira Kinect. Ele pousa facilmente o Wénzi e taikonautas vêm ao seu encontro. Eles acoplando um tanque de oxigênio em seu traje e o conduzem rapidamente para dentro do prédio; ainda havia uma invasão lá fora.

Em uma antecâmara, a gravidade é restabelecida e Yang sente seu corpo pesar. As portas selantes se abrem e eles adentram o local. Um grupo de soldados com fardas esverdeadas o aguarda. No meio deles, um homem mais velho, com um belo uniforme militar branco o aguarda também.

Batendo continência, o homem de branco diz:

- Olá, Piloto Haisheng. Eu sou o Almirante Yaping. Prazer em conhece-lo.

O almirante lhe estende a mão e Yang o cumprimenta.

- Olá, Almirante! O prazer é todo meu.    

- Sua missão ainda está em andamento, não? Creio que não trará boas notícias para o Alto Comando.

Yang ia responde-lo quando sente o tremor de uma explosão.

O piloto diz:

- Almirante, nós temos que repelir essa invasão. Estamos com o presidente na frota do Alto Comando. A China está sendo tomada. Achávamos que Tiangong era seguro para o presidente vir.

Com um sorriso de desgosto, o almirante pergunta:

- Achavam...?

Dando um sinal aos soldados, ele pede que Yang o acompanhe.

- Antes de eu lhe reportar a situação atual, deixe-me ser um bom anfitrião. – pede ele – Vou lhe mostrar algumas curiosidades sobre a minha estação.

Com passos apressados, o almirante o leva por salas e corredores. Yang vê escritórios, salas de servidores e de comunicações; todas as paredes eram brancas e haviam decorações com a bandeira da China. De fato, aquele era o prédio administrativo de Tiangong.

Avançando, eles entram em outra ala e a aparência muda drasticamente.  

Yang vê laboratórios com monitores, radares e protótipos de armamentos. As paredes eram escuras e haviam números pintados no alto, indicando os compartimentos. Yang vê soldados treinando e pensa estar perto dos alojamentos militares.

Uma porta dupla se desliza lateralmente. O piloto se vê em um vasto salão com uma espécie de monumento em seu centro. Ele se aproxima e reconhece o icônico módulo do Tiangong-1, lançado ao espaço em 28 de setembro de 2011.

- Reconhece este componente?

Boquiaberto, Yang responde:

- É claro que sim...

- Lançado em 2011, ele foi projetado para ser tirado de órbita em 2013, mas permaneceu até 2 de abril de 2018. – revela ele – Em 11 de junho de 2013, houve a segunda expedição ao espaço; a China lança sua famosa espaçonave, o Shenzhou 10. – olhando para Yang, ele pergunta – Qual é o número de sua Shenzhou, tenente?

Lembrando-se, ele responde:

- É 800, senhor.

Todos se espantam.

- Como o tempo passa, não? – pergunta ele, ao ver a semelhante reação de todos.

Andando ao redor, ele lhe aponta um módulo.

- Esta é a espaçonave Shenzhou 10, a mesma que pousou em Tiangong-1 em 2011.

Yang a observa e vê muita semelhança entre o primeiro componente de Tiangong e a espaçonave da segunda expedição.

O almirante continua:

- Na tripulação do Shenzhou 10 incluía a segunda taikonauta mulher enviada ao espaço. Wang Yaping, uma assistente de laboratório, era o seu nome. Yaping era piloto da Força Aérea e subiu de patente até se tornar capitã. Mais tarde, ela se tornaria a segunda mulher chinesa a ir ao espaço, a primeira sendo Liu Yang. Entretanto, Wang foi a primeira taikonauta mulher a realizar o spacewalk[1].

O piloto vê fotos de taikonautas nos primeiros módulos do Tiangong.

- Fascinante...

Olhando para Yang, o almirante revela:

- Eu sou descendente direto da taikonauta Wang Yaping; ela é minha ancestral.

Yang arregala os olhos. Isso explica o mesmo nome.

Chamando-o até uma janela, o almirante lhe indica algo.

- Está vendo aquele cilindro?

O piloto vê uma estrutura circular no centro de toda a circunferência colossal de Tiangong. Em sua extremidade ele vê um compartimento maior, com acesso permitido apenas aos militares.

- Sim, senhor.

- Aquele é o canhão Yu Huang Shang-ti, ou o “Imperador de Jade” para o Ocidente.

Yang se espanta. O lendário canhão tem o comprimento de toda a estação Tiangong. O cilindro que ele vê é o cano da gigantesca arma, e o compartimento na extremidade o reator onde o disparo se carrega, como se fossem o cano e o tambor de um revólver.

- É inacreditável...!

- Por uma questão de segurança nacional, a contraespionagem chinesa ocultou a localização do Yu Huang e espalhou falsas evidências de que ele foi desmontado e enviado a diferentes lugares do Sistema Solar. Mas isso não é verdade. Ele está bem aqui, compondo o centro de toda a estrutura que sustenta Tiangong.

O piloto entende. O governo da China escondeu sua mais poderosa arma do resto do mundo, mas ela continuava bem ali, debaixo do nariz de todos.

- A carga laser é gerada na extremidade. Os fótons são gerados quimicamente. É um raio químico.    

Yang admira o brilhante trabalho da engenharia militar.

- Yu Huang está operacional? – pergunta ele.

Yaping muda de semblante.

- Sim. – lamenta-se ele – E o inimigo está tentando ativá-lo. – o almirante informa – O inimigo destruiu nossas antenas e satélites, cortando nossas comunicações e nos isolando da Terra. Mas nem toda comunicação foi perdida.

Eles deixam o salão com as relíquias espaciais. Subindo as escadas, eles se dirigem para a Ponte de Comando. Yang vê monitores e radares; seus operadores trabalham arduamente para restabelecer a comunicação com a Terra. Yaping lhe indica uma sala escura e o piloto vê uma mesa iluminada no meio.

Apertando alguns botões, o almirante liga a mesa e hologramas aparecem. Yang reconhece a Terra, Tiangong e todo o Sistema Solar.

- Do espaço, nossos radares detectaram esses enxames em todo o Sistema Solar. Aparentemente a invasão ocorre em diversas colônias e planetas. – diz ele enquanto os hologramas se aumentam e se diminuem.

- Isso é terrível...! – lamenta-se Yang, sentindo a esperança se desfalecer.

- O único local seguro agora é a colônia próxima de Mercúrio. Aparentemente os alienígenas não se interessaram em ataca-la.

O holograma se aproxima e Yang vê uma pequena colônia de 2 mil habitantes. Lá eles trabalham com pesquisa científica e fontes de energia a base de raios solares.

O almirante continua:

- Eu tenho algo que talvez o interesse. Nossos cientistas estavam desenvolvendo uma nova arma, um mini raio Yu Huang capaz de ser acoplado em espaçonaves. A tecnologia está mantida no setor de Pesquisa e Desenvolvimento, mas seu acesso foi selado pelo sistema de segurança. É também nesse laboratório que se encontra o painel de controle dos sistemas de segurança de Tiangong. Se ele for desligado, nossas torretas param de atacar a frota chinesa.

- Mas o sistema de segurança foi corrompido. Os alienígenas nos atacaram com guerra cibernética.

- Exato. – afirma ele – Mas ainda há um jeito de acessá-lo.   

Os hologramas na mesa se apagam e outros surgem em seu lugar. Yang reconhece o cilindro do canhão Yu Huang e o reator em sua extremidade. Ele enxerga centenas de torretas em seu entorno. Aproximar-se significa suicídio.

- O reator foi selado por portas ultra resistentes, uma medida de segurança para prevenir invasão e roubo de tecnologia. Apenas por dentro do cilindro pode-se chegar ao setor e abrir as portas.

Yang se espanta.

- Está dizendo que devemos avançar por dentro de um canhão ativo?!

Com um sorriso enigmático, o almirante responde:

- Não, Piloto Haisheng. Nós não. Apenas você.

 

§

 

Meia hora depois, Yang está de volta na cabine do Shenzhou Wénzi. Ele se alimenta com barras de chocolate e comida de taikonauta. Então o comunicador diz:

“Piloto Haisheng, não se preocupe com sua missão. Nossos operadores conseguiram contatar o Alto Comando e já informamos a situação. E quanto ao Wénzi, nós deixamos um presente”. 

- Presente...?

“Nossos engenheiros substituíram os mísseis teleguiados de seu arsenal. Agora o Wénzi está equipado com os Mísseis Macro”.

Checando o painel, Yang seleciona o novo armamento. Ele sente o robusto míssil se deslocar debaixo da fuselagem.

“Os Mísseis Macro são poderosos e causam uma grande onda de devastação. Eles foram projetados para serem usados no espaço. Mas você deve usá-los com cuidado. Fique longe de sua área de explosão, senão a onda de choque poderá danificar sua nave”.

- Entendido.

“Você deve partir agora. Nós, da Estação Espacial Tiangong, estamos contando com você. Boa sorte”.

Fechando o visor de seu capacete, ele responde:

- Obrigado, Almirante Yaping.

Em seguida Yang levanta voo e deixa a Ponte de Comando.

No para-brisa do Wénzi aparecem as coordenadas. A entrada do canhão Yu Huang está na outra extremidade de seu comprimento, como esperado. Sem perder tempo, ele se posiciona e ativa a velocidade máxima, dirigindo-se ao seu objetivo.

Os enxames continuam destruindo Tiangong. Yang vê corpos flutuando livremente entre os detritos da estação. Virando o rosto, ele controla a dor. Nada podia ser feito pelos sobreviventes agora.

O piloto chega à extremidade do canhão. Ele vê uma circunferência aberta e a escuridão adentro. Destruindo algumas torretas, Yang manobra e entra no extenso túnel. Uma sensação incômoda o perturba; ele se sente entrando no cano de um revólver, mas o revólver era um milhão de vezes maior que o seu tamanho normal. 

Ligando os faróis, Yang enxerga o interior do túnel. Ele se lembra da rota de fuga de Pequim; um trajeto longo e escuro, mas com a diferença de que em Tiangong ele estava em gravidade zero.

Após alguns metros, Yang vê uma luz no fim do túnel. Ele se confunde.

“Piloto Haisheng! Responda-me! Por favor, responda-me!”.

Era Yaping. Preocupado, ele responde:

- Almirante, eu estou aqui! O que foi?

“O hackeamento alienígena conseguiu ativar o canhão! Saia já daí!”.

Yang sente seu sangue gelar.

Aquela luz se aproxima e passa por ele. Movendo os manches, ele se esquiva por um triz.

- Escudos a 78%. – informa Navcom.

Yang se atordoa. A luz amarela era rápida e emitia um calor altíssimo. Era como se fosse um mini sol ferindo-o com seu clarão.

Novamente a luz aparece e passa por ele. Yang se desvia a tempo, mas a manobra rápida e o calor o atordoam.

“Piloto Haisheng! Você está bem?”.

- Sim, almirante! Mas o inimigo está disparando raios!

“Não é exatamente o inimigo, é o sistema de segurança corrompido! O inimigo conseguiu ativar o canhão, mas com pouca potência! Você deve alcançar o gerador na outra extremidade e desliga-lo imediatamente, senão os alienígenas terão o Yu Huang 100% carregado e pronto para atacar a Terra!”.

O piloto se assombra. Se aquilo acontecesse, a humanidade estaria à beira da extinção.

- Entendido, senhor! Não permitirei que isso aconteça! Câmbio e desligo”.

Yang avança pelo túnel. Mais raios avançam contra ele, mas não são capazes de abatê-lo. O Wénzi era ágil demais.

O túnel finalmente termina e revela a outra extremidade do canhão. O piloto se vê em um amplo salão iluminado por um enorme reator de energia. Placas de aço se movem ao redor do reator, e haviam quatro gigantescos capacitores próximos. A luz emitida pelo núcleo dançava nas paredes, obstruídas pelas placas de aço que projetavam sinistras sombras no ambiente.

Yang não vê enxames em lugar algum; o vírus alienígena fez o estrago à distância. Yu Huang estava fora de controle. A luz do reator era intensa, mas instável, e as placas ao redor se moviam freneticamente. Mesmo os capacitores pareciam perigosamente sobrecarregados.

Os sistemas de segurança detectam o Wénzi. Semelhante a uma descarga elétrica, os capacitores disparam um raio contra ele. O piloto mal teve tempo de se desviar novamente; os raios eram rápidos demais.

- Escudo a 67%.

O mero calor estava afetando sua nave. Yang precisava agir.

“Piloto Haisheng! Você deve atirar no núcleo do reator! Elimine a fonte de energia antes que o inimigo consiga torna-lo operacional!”.

O piloto seleciona o laser Estrela da Manhã e atira. Para o seu horror, o laser não estava fazendo dano algum. Ao contrário, ele era bloqueado pelas placas de aço, ricocheteando pelas paredes e retornando perigosamente contra o Wénzi.  

Yang tenta novamente.     

Selecionando as metralhadoras Vulcan, ele aperta o gatilho. Aqueles projéteis só eram eficazes contra os enxames, mas contra sólidas placas de aço eram inúteis.

Mais uma descarga dos capacitores. Desta vez Wénzi é atingido em cheio. A nave treme. O tranco é tão forte que Yang pensa que vai desmaiar.

- Escudos a 36%. Mais um tiro desse e a nave não vai resistir, senhor.

O piloto retoma o controle, ele precisava se acautelar.

Yang voa ao redor do reator. As defesas eram rígidas demais. Com o movimento das placas, atingir o núcleo seria um golpe de sorte, algo quase impossível. Aproximar-se também não era viável, a temperatura era muito alta e ele desmaiaria.

Enquanto ele pensa, raios eram constantemente disparados. Os sistemas de segurança estavam enlouquecidos. Os raios tentavam obsessivamente eliminá-lo como se ele fosse um inimigo.   

Enquanto ele voa esquivando-se dos raios, ele percebe algo. Os capacitores parecem ter um momento de resfriamento. Eles atiravam seus raios, e depois ficavam alguns segundos para se resfriar.

- Ele tem resfriamento...! – constata Yang.

Ao resfriar-se, uma capa de proteção se abaixo dos capacitores, expelindo o calor. É então que Yang vê sua chance.

Ainda com as metralhadoras Vulcan, ele espera o momento certo e então atira. Os componentes internos são despedaçados e o capacitor se explode, desligando-se do núcleo. O reator estava enfraquecido.

Partindo para o próximo capacitor, ele repete o processo. Logo ele é abatido.

No terceiro, Yang tem que se precaver. Seus escudos estão baixos e a temperatura está muito alta. Lutando para não perde a consciência, ele ignora a tontura e se esquiva dos raios. Todo cuidado era pouco. E então o capacitor é destruído.

No quarto capacitor, ele não tem dificuldade. O mal funcionamento dos componentes deixaram o reator instável. A capa de proteção subia e descia desordenadamente. E assim o capacitor é facilmente abatido.

Sobrara apenas o núcleo do reator.

As placas de aço ainda se moviam e o protegiam, mas demonstravam defeito. Atirando com o Vulcan, ele atinge o núcleo. Para o seu espanto, nada acontece. Os tiros da metralhadora eram fracos demais.

E então a voz do almirante diz:

“Os Mísseis Macro! Use os Mísseis Macro!”.

- É claro! – lembra-se ele.

Selecionando o armamento, Navcom intervém.

- Yang, nós estamos muito perto do alvo. O salão é pequeno e a onda de choque pode nos destruir.

- Não temos outra escolha, Navcom! Se não usarmos o Macro, os enxames usarão o Yu Huang!

Esperando o movimento das placas, Yang aperta os gatilhos e atira.

O Wénzi treme. Todo o arsenal é liberado, disparando todos os mísseis no espaço.

Yang observa atônito seis robustos mísseis avançando. Ao atingirem o núcleo, uma explosão estranha se forma. Multiplicando-se de tamanho, a explosão duplica-se, triplica-se, quadruplica-se... De uma forma inacreditável diante de seus olhos.

O tempo parece se desacelerar.

- Ativando escudo de emergência! – exclama Navcom.

Mas o alerta de Navcom soou como em câmera lenta para Yang. Ele apenas se lembra de ver uma proteção metálica tapar o para-brisa do Wénzi e de tudo ficar de repente escuro.

A visão é tampada; o Wénzi gira abruptamente no ar. Yang se sente dentro de um reles barril enquanto ele cai das cataratas do Niágara.

E então ele desmaia.

  

§

 

Minutos depois, Yang acorda.

Ele olha ao redor e vê o interior do Wénzi. A cabine estava toda escura, com exceção dos botões do painel e de algumas faíscas. O visor ainda estava tampado. Letras e números aleatórios apareciam no para-brisa, evidenciando a pane elétrica.

Sua audição retorna lentamente. Uma voz desesperada gritava o seu nome.

“Yang, responda-me!”.

Ele aperta um botão no painel e a proteção metálica se retrai. O piloto se assusta ao ver três espaçonaves paradas diante dele. Seus olhos se ofuscam com os faróis.  

“Yang, responda-me, por favor!”.

Atordoado, ele diz:

- Almirante Yaping...?

“Yang! Você está vivo!

Olhando ao redor, ele vê o Shenzhou Wénzi enrijecido, todo protegido por camadas extras de aço como um tatu.

- O que aconteceu?

“Você conseguiu!”, informa ele. “O núcleo do reator foi desativado!”.

- Eu o destruí?

“Não. Você apenas o desativou. O núcleo foi projetado para nunca ser totalmente desativado. Se destruído, a Inteligência Artificial irá regenerá-lo sozinho. Ele deve se manter ativo, pela segurança nacional”.

O piloto assente.                                 

Portões de manutenção foram abertos. As espaçonaves de Yaping conectam cabos e conduzem o Wénzi para dentro; ele está muito avariado após a explosão.

Mais tarde, Yang se encontra nas instalações do núcleo do reator. As portas, outrora seladas, foram abertas finalmente. Os cientistas liberaram o acesso e retomaram o controle das instalações. Avançando, eles retomam o laboratório onde o mini canhão Yu Huang se encontra.

Do laboratório, os cientistas acessam o painel de controle. Ali eles conseguem combater o vírus alienígena e destruí-lo com seus avançados firewalls.        

E desta maneira os sistemas de segurança deixam de ser hostis.

 

  



[1] Termo em inglês referindo-se a uma caminhada espacial fora da nave.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Shenzhou Wénzi - 17 - O Nascimento de Uma Estrela Morta

(Artista desconhecido) Dias se passam. Yang é mantido em um recinto com sofá, mesa e televisão. Não era bem uma cela, mas uma confortável sa...